Foto: Diego Almeida/PontePress

Para muitas crianças da América do Sul jogar no Brasil é um sonho. A história, os grandes jogadores, a estrutura e o poderio financeiro são alguns dos principais atrativos do nosso mercado. E para o atacante colombiano Paul Villero não é diferente. Com a sua carreira toda em clubes paraguaios, chegou ao Náutico no início do ano como uma aposta da diretoria. E não demorou para a torcida aprovar o investimento.

“Me adaptei muito bem à cidade e ao clube. Sempre fui muito bem acolhido onde ia então acredito que isso fez a adaptação mais tranquila para mim.”, disse o jogador.
Pelo Timbu foram 40 jogos, titular em todos eles. Pela Ponte são oito partidas, duas dela no onze inicial. Campeonato Pernambucano, Copa do Nordeste, Copa do Brasil, Série C e Série B no mesmo ano. Um calendário e tanto pro primeiro ano em solo brasileiro. E Paul se diz ainda mais animado para continuar por aqui.

“Foi um passo muito importante para a minha carreira me estabelecer no Brasil e vir jogar na Ponte Preta, um clube de história e com uma torcida muito apaixonada. Deu pra perceber. Agradeço ao meu empresário Bruno por ter aberto essa porta para mim”, contou o atacante.
Com contrato até o meio de 2025 com a Macaca, Paul entrou de férias, mas não vê a hora de disputar, nas palavras dele, o maior estadual do país.

“Eu gosto dessa cultura do campeonato estadual que tem aqui. Vi isso muito de perto com o Náutico esse ano e como as rivalidades ficavam maiores. Mas desde que cheguei ouço que o Paulsitão é o maior esstadual que tem, com mais grandes jogadores, torcidas apaixonadas, jogos difíceis. Não vejo a hora de fazer parte!”, finalizou.