Divulgação/Bruno Faria

Quase 2 mil prostitutas realizaram um protesto reinvindicando ser parte do grupo prioritário de vacinação contra a Covid-19 em Minas Gerais.

“Nossa profissão é de risco. Muitas estão afastadas com esse medo”, afirmou a presidente da Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aprosmig), Cida Vieira. Ela, ainda diz que a vacina é fundamental para a segurança de todas as trabalhadoras.

“Muitas de nós estão sem ajuda e nenhum benefício. A sociedade hipócrita precisa dos nossos serviços, mas nos repele”, diz.

Por conta da onda roxa, que entrou em vigor no dia 17 de março, em Belo Horizonte, hotéis do centro da capital mineira fecharam, fazendo com que mais de 3 mil mulheres cis e trans ficassem sem emprego. Algumas conseguiram o auxílio emergencial de R$600 em 2020.

“Os filhos de algumas trabalhadoras sexuais estão precisando de itens básicos, como leite, fraldas, cestas básicas e coisas de higiene. É muito triste”, completa.

COMENTAR

Por favor comente aqui
Por favor informe seu nome