Marcelo de Oliveira Rocha teve rim, pâncreas, fígado e córneos doados, opção que ajudou a salvar quatro vidas, conforme pai da vítima
O engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha, de 30 anos, que morreu após ser agredido durante um ato político na cidade de Santos, litoral de São Paulo, teve quatro órgãos doados pela família para pacientes que necessitavam de transplante.
Conforme informações confirmadas ao Metrópoles pelo pai da vítima, os órgãos doados por Marcelo foram rim, pâncreas, fígado e córneos. Segundo ele, "acabou a capacitação agora e ele foi doador dos órgãos. Ele conseguiu salvar quatro vidas."
Na terça-feira, 27 de outubro, um lutador de boxe identificado como Kauan foi preso sob suspeita de ser um dos agressores do engenheiro ambiental durante o ato pró-Lula. A polícia já identificou outros envolvidos, e o caso está sendo investigado pela Polícia Civil como latrocínio — roubo seguido de morte. A vítima teve o celular e outros pertences levados pelos agressores.
Crédito da imagem: Redes. Fotos de arquivo do engenheiro ambiental Marcelo de Oliveira Rocha, vítima de agressão em ato político em Santos, São Paulo.






